Serviços by Nitro Sound
IX35 - Insulfilm e Sensor de estacionamento
IX35 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Um trabalho mais que especial
Alex, proprietário da NITRO SOUND, foi convidado pela equipe de Stock Car RED BULL para envelopar os carros da equipe em forma de reivindicar a punição sofrida na ultima etapa em Campo Grande. O trabalho foi feito em Petrópolis, onde a equipe tem cede e oficina.
Os carros de Cacá e de Daniel correrão com o capô, teto e traseira na cor preta e com as inscrições 'Corrida é na pista!' no para-brisas.
Alex demorou mais de 12 horas envelopando os carros.
Alex demorou mais de 12 horas envelopando os carros.
Nitro Sound - ( Maiores ícones da história da indústria automotiva )
Um dos maiores ícones da história da indústria automotiva – e da Inglaterra também – completa 50 anos de vida em 2009.
O Mini foi concebido em uma época em que o trânsito já era motivo de preocupação entre os ingleses. O projeto ficou a cargo de Alec Issigonis, que desenhou o carrinho em menos de um ano. Vários fornecedores se envolveram na empreitada. Os pneus de 10 polegadas criados pela Dunlop e o óleo especial que lubrificava motor e câmbio ao mesmo tempo eram apenas dois exemplos das soluções peculiares idealizadas pelos projetistas.
O Mini foi concebido em uma época em que o trânsito já era motivo de preocupação entre os ingleses. O projeto ficou a cargo de Alec Issigonis, que desenhou o carrinho em menos de um ano. Vários fornecedores se envolveram na empreitada. Os pneus de 10 polegadas criados pela Dunlop e o óleo especial que lubrificava motor e câmbio ao mesmo tempo eram apenas dois exemplos das soluções peculiares idealizadas pelos projetistas.
Após a realização dos testes com os protótipos, o carrinho chegou ao mercado inglês em abril de 1959. Batizado com dois nomes diferentes (Austin Seven e Morris Minor), o compacto foi posteriormente apelidado de Mini e impressionava por suas dimensões reduzidas: 3,05 metros de comprimento, 1,40 metros de largura e 1,35 metros de altura.
O bom desempenho também se tornaria marca registrada do carro. Pesando apenas 570 quilos, o Mini vinha de fábrica com um motor de 848 cm3 capaz de gerar 34 cv de potência. A velocidade máxima de 115 km/h era adequada, mas não demorou muito para surgirem versões mais bravas.
A mais famosa delas certamente foi a criada pelo piloto John Cooper, que convenceu a BMC (British Motor Corporation, fabricante do veículo) a lançar uma configuração esportiva do carro. O motor teve sua cilindrada aumentada para 997 cm3 e ganhou melhorias para render 55 cv. Nascia, assim, o famoso Mini Cooper.
Uma versão ainda mais apimentada também faria histórias nas pistas. O Mini Cooper S utilizava um motor de 1.071 cm3 com 70 cv e tinha freios retrabalhados para suportar as altas velocidades. A formula deu certo e, entre 1964 e 1967, o carrinho foi presença constante nos pódios do tradicional Rali de Monte Carlo.
Ao longo dos anos, o Mini ganhou poucas modificações. O câmbio automático passou a ser oferecido em 1965 e, quatro anos depois, o nome Mini se tornaria uma marca própria. As variações sob a carroceria original, no entanto, não foram poucas. As peruas Austin Countryman e Morris Mini-Traveller, o furgão Morris Mini-Van e até uma picape foram lançadas.
Nas décadas seguintes, o Mini seguiu com novidades, como a nova dianteira (com uma grade dividida em duas partes) e diversas séries especiais. Aos poucos, o carro começou a ganhar status – algo contraditório para um veículo de proposta popular – e suas vendas seguiam em alta.
Nos anos 90, o controle da Mini passou para a Rover, que mais tarde seria comprada pela BMW. Sob a tutela dos alemães, mais versões surgiram, incluindo um charmoso conversível. Em 1997, o carro ganhou um conjunto mecânico moderno, que incluía até injeção multiponto.
A novidade, porém, teria vida curta. Em 1999, uma série de despedida foi lançada. A Rover passava por um momento delicado e a BMW optou por vendê-la a um consórcio de investidores ingleses. As versões Classic Seven, Classic Cooper, Classic Cooper Sport e Knightsbridge marcaram o fim do clássico carrinho, que deixou de ser produzido em outubro de 2000.
As saudades, porém, duraram pouco. No mesmo ano, a BMW lançou a versão repaginada do Mini. Maior e bem mais moderno do que o modelo original, o carrinho logo se tornou objeto de desejo mundo afora. Prova de que, antigo ou novo, o Mini preserva o mesmo carisma de cinco décadas atrás.
O bom desempenho também se tornaria marca registrada do carro. Pesando apenas 570 quilos, o Mini vinha de fábrica com um motor de 848 cm3 capaz de gerar 34 cv de potência. A velocidade máxima de 115 km/h era adequada, mas não demorou muito para surgirem versões mais bravas.
A mais famosa delas certamente foi a criada pelo piloto John Cooper, que convenceu a BMC (British Motor Corporation, fabricante do veículo) a lançar uma configuração esportiva do carro. O motor teve sua cilindrada aumentada para 997 cm3 e ganhou melhorias para render 55 cv. Nascia, assim, o famoso Mini Cooper.
Uma versão ainda mais apimentada também faria histórias nas pistas. O Mini Cooper S utilizava um motor de 1.071 cm3 com 70 cv e tinha freios retrabalhados para suportar as altas velocidades. A formula deu certo e, entre 1964 e 1967, o carrinho foi presença constante nos pódios do tradicional Rali de Monte Carlo.
Ao longo dos anos, o Mini ganhou poucas modificações. O câmbio automático passou a ser oferecido em 1965 e, quatro anos depois, o nome Mini se tornaria uma marca própria. As variações sob a carroceria original, no entanto, não foram poucas. As peruas Austin Countryman e Morris Mini-Traveller, o furgão Morris Mini-Van e até uma picape foram lançadas.
Nas décadas seguintes, o Mini seguiu com novidades, como a nova dianteira (com uma grade dividida em duas partes) e diversas séries especiais. Aos poucos, o carro começou a ganhar status – algo contraditório para um veículo de proposta popular – e suas vendas seguiam em alta.
Nos anos 90, o controle da Mini passou para a Rover, que mais tarde seria comprada pela BMW. Sob a tutela dos alemães, mais versões surgiram, incluindo um charmoso conversível. Em 1997, o carro ganhou um conjunto mecânico moderno, que incluía até injeção multiponto.
A novidade, porém, teria vida curta. Em 1999, uma série de despedida foi lançada. A Rover passava por um momento delicado e a BMW optou por vendê-la a um consórcio de investidores ingleses. As versões Classic Seven, Classic Cooper, Classic Cooper Sport e Knightsbridge marcaram o fim do clássico carrinho, que deixou de ser produzido em outubro de 2000.
As saudades, porém, duraram pouco. No mesmo ano, a BMW lançou a versão repaginada do Mini. Maior e bem mais moderno do que o modelo original, o carrinho logo se tornou objeto de desejo mundo afora. Prova de que, antigo ou novo, o Mini preserva o mesmo carisma de cinco décadas atrás.
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